sexta-feira, 4 de março de 2011

George Michael Unplugged Fastlove



E aí galera!
Como vão?
Vocês sabem! Acho a música o cenário mais democrático em todos os aspectos.
Ela é uma linguagem universal apesar de várias línguas, raízes, estilos, instrumentos musicais dos mais variados, a diversidade, o ritmo, estilos e época, a música sempre fala por si.
Nela há negros, brancos, amarelos e pardos, católicos, evangélicos, mulçumanos, budistas e até ateus, milionários e pobres, heterossexuais e homossexuais, enfim tudo o que podemos imaginar.
Digo isso por dois motivos. Primeiro na música não há espaço para pessoas ignorantes e preconceituosas. Segundo não devemos julgar a obra de um artista/banda por suas crenças ou preferências.
Eu particularmente não era fã de “Georgios Kyriacos Panayiotou”, o quê? Mas se eu disser “George Michael”, ah fica mais fácil não é. E não era por sua opção sexual, que pra mim na boa achava ele um PEGADOR não um DOADOR, mas isso é problema exclusivo dele.
Então, como eu ia dizendo não era uma fã de Wham!. Banda formada na década de 80 em meio a onde “New Wave”, por George e Andrew Ridgeley. E não tinha nenhum interesse pela carreira solo de Michael.
Quando ele fez o “MTV Unplugged”, comecei a conhecer um pouco melhor suas músicas, porque esse formato desplugado me agrada muito, até com algumas bandas ou artistas pops com os quais eu não me identifico.
Desse CD/DVD destaco esse vídeo, que depois escutando a versão original percebemos que há muita qualidade no trabalho de George Michael.
Na seqüencia vou destacar outro vídeo dele que me fez abrir esse texto, dizendo que na música não se pode e nem deve haver preconceito.
E o legal que essa música têm uma historinha por trás (por trás no bom sentido, mas que têm tudo a ver com a expressão por trás) e fez dessa música pra mim um revival da disco music.
Aproveitem e até lá.
Fiquem com Deus.

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