segunda-feira, 3 de setembro de 2012

TSOL - Flowers by the door



Essa turma começou a carreira em 1978, em Long Beach, na Califórnia, junto com muitas outras bandas de punk rock.
 
Apesar de terem o seu início no final da década de 70, o primeiro álbum só vem em 1981, com o bom "Dance with Me". Álbum (ainda era o LongPlay ou o famoso bolachão) de pouco mais 25 minutos com grandes sons.
 
Com esse trabalho o T.S.O.L. (True Sounds of Liberty), ganha respeito da mídia, do público e de outras bandas do cenário punk rock californiano.
 
Em 1982, embalados pelo sucesso do álbum de estréia, não perdem tempo e lançam "Beneath the Shadows". Mas aí começam alguns probleminhas com os fãs. Eles incluem na formação o tecladista  Greg Kuehn, a banda flerta com algo muito parecido com que Siouxsie & the Banshees, faziam, meio rock, meio gótico umas pitadas de pop, mas por outro lado o álbum foi bem recebido pela crítica e levou a banda ao destaque do cenário americano do rock a época, mas a base de seus fãs na maioria amantes da cena punk rock, não gostaram nada.
 
Em 1984 surge "Change Today?" (Mudar hoje?), albúm produzido com grana dos lendários Dead Kennedys. Não sei se por influencia de quem emprestou a grana, a banda volta a fazer o bom e velho punk rock, deixando para trás os tempos de "Beneath...".
 
Com "Change Today?", nós passamos a conhecer o TSOL, aqui no Brasil, graças a 'Flowers by the Door', um tremendo som que fecha o lado A do disco.
 
Depois disso vieram os seguintes trabalhos: "Revenge" de 1986, "Hit an Run" de 1987, "Strange Love" de 1990, "Disappear" de 2001, "Divided We Stand" de 2003, "Who's Screwin Who?" de 2005 e "Life, Liberty and the Pursuit of Free Downloads" de 2009.
 
Lembrando que em 1999 a gravadora Enigma pertencente a Restless Records, relançou o álbum "Change Today", todo remasterizado, muito legal de se comprar, mas a Enigma sofreu algumas ações na justiça por conta dos antigos integrantes da banda que não concordavam com aquele relançamento.
 
Mas a verdade é o seguinte mesmo sofrendo várias mudanças na formação da banda no decorrer desses 34 anos, os integrantes originais se reuniram há alguns anos atrás e estão até hoje aí fazendo um som de primeiríssima qualidade.
 
Fiquem com Deus e até a próxima.

domingo, 26 de agosto de 2012

If leaving me is easy - Phil Collins



Li todas as cartas, li cada palavra que você me enviou
E embora eu corra agora, as palavras começam a desbotar
Todas as memórias que tenho ainda permanecem
Guardei todos os quadros, mas oculto as minhas sensações portanto ninguém sabe
Os meus amigos todos me vêem, estou em uma multidão, mas estou só
É você vai agora, mas o meu coração ainda permanece
E estará aqui se você vier novamente
Eu tinha ouvido os rumores,
eu sabia antes de que você me contasse
Mas não o acreditei, não você ...
Não você não me deixaria ir
Parece que estive errado, mas amo... amo-a mesmo
E isto é uma coisa que você não pode levar embora
Mas somente lembre-se...
Me deixar é fácil
Você sabe que voltar é mais difícil
Me deixar é fácil
Você sabe que voltar é mais difícil

                                                               1981, em seu 1º álbum solo Phil Collins, abre o LP (naquela época era ainda o bolachão) com "In The Air Tonight" (lado A) uma pancada que entrou na trilha do seriado Miami Vice, e foi tocada inteira no episodio de estréia.
                                              O Lado B do álbum vem com a sensacional "I missed Again" e fecha com "Tomorrow Never Knows" de Lennon e McCartney. Mas a penúltima música "If Leaving me is easy", com participação mais do que especial do DEUS da Guitarra Mr. Eric Clapton, coroa o LP todo.
                                               Não sei se é por experiência própria ou um momento de muita inspiração, mas Phil foi mágico ao incluir essa canção em seu 1º álbum.
                                               Nesse vídeo que faz parte de um CD/DVD com grandes momentos da carreira de Phil, todas as canções são comentadas pelo próprio. E esse video de "If leaving me is easy" é uma raridade cedida por Phil, e hoje faz parte do Youtube.
                                              Uma curiosidade desse álbum é que Phil começa a se dedicar mais em tocar piano, teclados e sintetizadores, apesar de ter tocado bateria em muitas faixas. Acho que os tempos de batera do Gênesis o cansaram.
                                               Espero que me perdoem em caso de erro em algum momento na tradução da letra, pois, meu inglês está enferrujado há muito tempo.
                                              Muita luz, paz e sorte a todos.
                                              Fiquem com DEUS.




sexta-feira, 29 de junho de 2012

Zhane - Crush



Aquela história de furar o vinil ou o CD de tanto escutar pra mim é balela, porque se fosse verdade teria comprado umas 1.000 ou mais cópias de Saturday Night. Segundo trabalho da dupla Zhané (pronuncia certa é Jah-Nay, aliás o nome do 1º CD da dupla).

Formada por Renee Neufville e Jean Norris, Zhané é uma daquelas maravilhas que aparecem de tempos em tempos, causam um estardalhaço e depois somem. Essa maravilha apareceu no final de 1993 para nós e nos deu alegrias até 1999, quando cansadas do sucesso decidiram se recolher aos seus lares e cuidar de suas famílias.

Crush, faz parte de Saturday Night, um maravilhoso trabalho R&B poucas vezes gravado com tamanha qualidade e talento ao extremo dessas duas Divas.

Saturday, lançado em 22 de abril de 1997 pela Motown Records, tras 16 faixas uma mais bem produzida que a outra e sem deixar de falar do talento de Jean e Renee em suas letras.

O CD começa com a boa "Request Line" e encerra com a brilhante "Piece it Together". Vale um toque especial entrem no Youtube e coloquem Zhané "Piece It Together" Live on BET e vocês poderam curtir essas duas músicas entre outras ao vivo, porém sem uma boa qualidade de imagem mas muito boa de som.

Vejam e depois me falem se essas duas são boas ou não.

A música boa ultrapassa o tempo e nunca envelhece.

Até mais e fiquem DEUS.

Jill Scott "A Long Walk"




Isso é JILL SCOTT.

Escrever mais o quê?

Se querem saber mais procurem um Post com ela há alguns meses atrás. Está tudo registrado lá.

Por hora, curtam JILL, maravilhosa.

Inté mais, muita luz, paz e boas vibrações a todos.

E claro fiquem com DEUS.

En Vogue- Don't Let Go



Boa noite, a todos!

Já ouviram aquele expressão: "Como cantam! E como".

Pois é, essa mulherada que você está vendo e ouvindo causam essa indagação.

Nesse vídeo vocês têm: Cindy Herron, Maxine Jones, Dawn Robinson e Terry Ellis. Essa música faz parte do ótimo EV3 (terceiro trabalho do até então quarteto, mas que nesse CD passaria a ser um trio, mas vejamos mais abaixo sobre isso).

Essa música foi lançada originalmente em 1996, antes de EV3, para fazer parte da trilha sonora do filme "Set it Off", lançado aqui no Brasil com o título de: "Até as Últimas Consequências", estrelado por "Jada Pinkett Smith, Queen Latifah, Vivica A. Fox e Kimberly Elise, um filme meio policial, meio romantico, mas interessante ver Vivica, Jada e Queen digamos em início de carreira. Se tiverem oportunidade de encontrar o CD com trilha do filme (para quem gosta de trilhas sonoras) vale a pena comprar para ouvir Simply Red, Queen Latifah, Busta Rhymes, Brandi, Chaka Khan, Gladys Knight, Tamia, Seal entre outros.

Voltando ao En Vogue, em 1997 EV3 é lançado já sem Robinson que por diversos problemas e várias questões contratuais que discutia-se à época, resolveu sair para partir em carreira solo. Robinson voltara ao grupo por mais duas oportunidades (2005 a 2006 e 2008 a 2011).

En Vogue, transforma-se em um trio e o lançamento de EV3, garante bons elogios da crítica e do público e chega ao 8º lugar de CDs da Billboard. "Don't Let Go", "Whatever", "Too Gone, Too Long" e a sensacional "Does Anybody Hear Me", somente cantada (a capela) é imperdível.

Bem, na verdade falar de En Vogue é um prazer imenso. Portanto, se deixarem fico aqui escrevendo horas a fio sobre essas maravilhosas e belas Divas do R&B mundial. Curtam "DON'T LET GO" é uma bela música.

Até a próxima e fiquem com DEUS.

sábado, 26 de maio de 2012

Olá a todos! Como vão?
Sou um sujeito na maioria das vezes relapso, não acham?
Pois é, venho todo empolgado postando alguns vídeos aqui outros ali e de repente paro e deixo esses hiatos no blog.
Mas devo dizer que é culpa total de meus afazeres profissionais.
Estive essa semana conversando com alguns amigos, e passamos a falar de música. E aí o assunto é comigo mesmo.
Como sou o mais velho que alguns deles, e com relação a poucos tenho quase ou mais de uma década de diferença, mas como sabemos música se propaga no tempo, de geração em geração de tempos em tempos, nunca morre.
Aí falamos desde Led Zepplin a TLC, de Stevie Wonder a Lenny Kravitz. Passamos pelas décadas de 60, 70, 80, 90 e porque não um pouco da atual fase da música.
Fomos do R&B ao Soul, do Heavy Metal ao Pop Rock, do Samba ao Samba Rock, Salsa & Merengue ao Reggae Music, enfim não faltou assunto.
Nesse momento acabo percebendo que em algum momento de nossa vida, seja nos momentos bons ou ruins sempre temos uma música que marca aquela passagem.
Baladas que nos faz lembrar de alguma garota ou um grande amor vivido, ou de uma pequena ou grande desilusão. Rockão que fez nosso esqueleto chacoalhar. Um sambão pra alegrar. Um reggezinho para apertar um fino ou somente curtir uma praia.
Enfim, em muitos momentos ela esteve presente.
Falamos do lado bom, mas também lembramos de modismos que não se sustentaram e se foram graças a Deus.
Aí saí de lá com muitas músicas, bandas, cantoras, cantores e músicos na cabeça. E tudo o que envolve música e essa que faz e desfaz na minha cabeça.
Lembrei-me da década de 70 com o auge da Disco Music, o Funk Music Americano, as Bandas pesadas como Deep Purple, Led Zepplin, Kiss, o Punk Rock tomando tudo na Europa e América, o pós punk surgindo com The Cure e outras bandas formadas bem no finalzinho da década de 70.
Veio a década de 80 com a invasão Heavy Metal, o Hard Rock, a explosão do Pop, a ascensão britânica na música. A era do início do fim do mundo com o advento da cocaína como droga popular e acessível. Aqui o movimento Rock ganha força com o surgimento de bandas importantes como Paralamas, Barão, Ira!, Titãs, Plebe Rude, Inocentes e aí por diante. Mas o final da década também marca um dos tantos modismos que por aqui passaram o Pagode.
Década de 90, o mundo começa a experimentar e surgem as primeiras ou porque não dizer os primeiros namoros com a música eletrônica. O Hip Hop começa a ter muita força nos EUA, o R&B aproveita para ressurgir, o Pop se instala de vez com grandes nomes, como Madona, Michael Jackson entre outros. O Brasil passa a ser rota dos grandes shows e festivais. Mas nem tudo é festa, algumas coisas passam a existir, Lambada, Axé Music e Sertanejo começam a infestar o nosso dial. Será o começo do Fim? E claro que não. O mundo passa a conhecer outra leva de grandes bandas, do movimento Grunge temos Nirvana, Pearl Jam, Stone Temple Pilots, Soundgarden, Alice in Chains. No cenário punk rock bandas como Offspring, Bad Religion, Rancid entre outras se confirmam e marcam seu espaço. Tempos um movimento BritPop com bandas como Oásis, Blur, The Verve, Black Grape, The Charlattans UK, entre outras mudando um pouco o cenário musical. 
Ainda nessa década, mas mais para o final surgem Chemical Brothers com uma proposta e linguagem completamente diferente para música eletrônica.
1996 nos dá uma esperança no R&B com o surgimento de Maxwell e seu fenomenal álbum Maxwell’s Urban Hang Suíte. Um CD para que gosta de um R&B rasgado do começo ao fim sem muito samplers e com bons músicos e com Maxwell em começo de carreira arrebentando. Pena que tenha se perdido no meio do caminho. Outras promessas, mas que se tornaram realidade: Érykah Badu e Mary J. Bligde.
O Hip Hop também tem lugar de destaque nessa década.
Portanto, pessoal a partir do próximo post, vamos começar a lembrar e relembrar um pouco a década de 90 que teve muita coisa boa, seja, no Hip Hop, R&B, Rock, Heavy Metal, BritPop, Grunge, Punk Rock e no próprio cenário Pop mundial.
Então, até lá e fiquem com DEUS.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

GOG - Brasil com "P" (Participação Especial: Maria Rita)



Ufa.
Enfim, o Carnaval acabou.
O País volta, melhor, dizer começa a funcionar, as coisas começam a fluir normalmente, ou seja, BEM VINDO 2012.
Esse post retrata um pouco algo que não generalizo de forma alguma em determinados estilos musicais. Durante, um período vi o Rap ou como queiram o Hip Hop nacional ser invadido por grupos ou Mc’s bombardeando suas frustrações, raivas e até mesmo rancores contra a polícia, os playboys (ou mauricinhos), o sistema (mas nunca deram nome a esse sistema) enfim, vomitaram diversas frases ou rimas de tudo que descrevi acima.
Comecei a me distanciar desse tipo de ritmo acreditando que algumas vertentes americanas as quais faziam e fazem Hip Hop mais moleque voltado para diversão, mulheres, bebidas e lógico dinheiro era a parte mais leve e melhor de se escutar. Voltava eu a curtir “NAUGHT BE NATURE”, “NEXT” e “SNOOP DOGG” entre outros e do lado mais político, de protesto e mais pesado continuava a entender que ainda havia luz em “PUBLIC ENEMY” e do lado mais Gangstar gostava de “2 PAC”, “DR DRE”, “ICE CUBE” e “ICE T”.
Sentia que aqui no Brasil somente “THAÍDE e DJ HUM” e depois de algum tempo vindo diretamente do Rio de Janeiro “MV BILL” seriam as poucas exceções desse Hip Hop nacional. Alguns figurões ainda se combaliam de serem contra a polícia, os brancos e os ricos, mas nunca entenderam porque ricos existem, brancos também e pra que serve a polícia (há maus profissionais em qualquer profissão desse mundo e a polícia não escapa disso, não sou advogado de polícia nenhuma pra defendê-los aqui, mas não podem ser humilhados e culpados em muitas letras feitas aqui no Brasil), no dia que muitas pessoas passarem a seus filhos nas comunidades carentes que é melhor se espelhar em pessoas do BEM, que nos ladrões  e traficantes locais iremos acabar com tudo isso. Mas infelizmente alguns rappers nacionais ainda continuam a insistir no contrário.
Aí eis que surge fora do circuito Rio-SP, um cara com um QI diferenciado e com um poder de escrever sem precisar ofender com palavrões a brancos, ricos, policiais ou qualquer outro setor da sociedade brasileira. Mas usando uma inteligência que é de deixar preto ou branco, pobre ou rico, malandro ou polícia de queixo caído e que em determinados momentos precisam fazer o cérebro funcionar pra entender o que esse "GÊNIO" diz.
Com vocês “GENIVAL OLIVEIRA GONÇALVES”, nascido em Sobradinho, passou a usar e ser conhecido como GOG, lá pela década de 80. É o pioneiro do movimento rap em Brasília. Desde o início da carreira, ganhou respeito e até foi e ainda é chamado de “Poeta”.
Seu primeiro disco de carreira foi gravado no ano de 1992, “PESO PESADO” e daí em diante passa a lançar cada vez mais trabalhos consistentes e bons até chegar em dezembro de 2011 no seu décimo trabalho “O PESO DA PALAVRA”.
                                                               O vídeo que você vê aqui nesse post é do show “CARTÃO POSTAL BOMBA!”, com a participação de Maria Rita.
Depois de uma passada pelo site dele www.gograpnacional.com.br, fique sabendo que o cara faz parte de 2 Conselhos:

- Conselho Nacional de Políticas Culturais(CNPC) do Ministério da Cultura;
- Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal (CDES-DF).

Outro fato muito importante também e vale muito destacar  é que a letra de “BRASIL COM P” é usada no Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília.
Já recebeu 4 prêmios “HUTÚZ”
Pra mim uma pessoa do BEM. E que suas palavras de incentivo e reais fazem com que as pessoas reflitam e entendam que não é a condição de onde moramos, o quanto ganhamos ou o que somos que faz com que sejamos pior ou melhor que as outras, mas sim nossas atitudes e principalmente nosso caráter, nos definem em tudo na vida.
Que todos tenham um tempo e acessem o site de GOG e passem a escutar suas músicas e letras com mais atenção e perceberão que há muita LUZ no Rap ou Hip Hop Nacional.
Fiquem todos com Deus, muita paz, luz e sorte a todos.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Carlos Dafé - Pra que vou recordar o que chorei



Nascido em 25/10/1947 em uma família de músicos do bairro carioca de Vila Isabel, aprendeu com o pai José de Sousa, um funcionário público a tocar chorinho. A mãe, Conceição Gonçalves, foi poeta e incentivadora da musicalidade dele e dos irmãos.
 
Aos quatro anos já corrigia alguma nota errada que, por ventura, seu pai ou qualquer um dos amigos do pai e músicos de chorinho tivesse cometido.

Aos 11 anos já estudava no Conservatório de Música. Aos 14 já tocava acordeon e vibrafone em conjuntos e orquestras. Fez turnê com o grupo Fuzi 9, do Corpo de Fuzileiros Naval, por Salvador (Bahia), Porto Rico, Martinica e Curaçau.
Multiinstrumentista, toca violão, guitarra, baixo, piano, acordeão e vibrafone entre outros.
 
Nos anos 60 começou a trabalhar como cantor em boates do Rio e São Paulo. Nos anos 70 incorporou elementos de soul, presentes em seu disco "Venha Matar Saudades", de 1978, em que canta acompanhado pela Banda Black Rio.
 
Firmou-se como um dos maiores nomes da soul music brasileira, ao lado de Tim Maia, Cassiano e Gerson King Combo.
 
Teve músicas suas gravadas por outros intérpretes, como Nana Caymmi ("Passarela") e Tânia Maria ("A Cruz").

Preciso falar mais alguma coisa?

E claro que sim a discografia dele é lógico!

Então segue:

* Pra Que vou Recordar - 1977
* Venha Matar Saudades - 1978
* Malandro Dengoso - 1979
* De Repente - 1983
* O Trem da Gente - 1992
* O Seu Jeito de Olhar - 1997

E é isso, até mais e fiquem com Deus.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

paulo diniz - como?



Quando publiquei um post falando sobre a black, soul e podemos dizer R&B tupiniquim, um dos nomes que eu citei foi o de Paulo Diniz.

Lembram-se?

Cantor e compositor, nasceu em 1940, em Pesqueira no Pernambuco.

Começou muito cedo a trabalhar em virtude de ter perdido o pai precocemente. Trabalhou numa fábrica de doces da sua cidade. Mudou-se para o Recife, onde tentou ganhar a vida engraxando sapatos, como locutor de casas comerciais e, em seguida, locutor da Rádio Jornal do Commercio.

Do Recife, seguiu para Caruaru, depois, para Fortaleza. Na década de 60 muda-se para o Rio de Janeiro e é contratado pela Rádio Globo.

No Rio de Janeiro, grava um disco. Compacto simples com as músicas "Quem Desdenha Quer Comprar" e "O Chorão".

"O Chorão" fez tanto sucesso em todas as emissoras de rádio do Brasil., naquela época que ele foi convidado pra participar do programa de maior sucesso na televisão brasileira,  "Jovem Guarda", comandado por Roberto Carlos.

Depois disso, outros grandes sucessos que vieram: "Quero Voltar para a Bahia", "Um Chopp Pra Distrair", "Como?", "Pingos de Amor", "E Agora José?" (poema de Carlos Drummond de Andrade), "Ciranda do Mar" (lançada em 30 países) entre outros.

Foi um dos poucos cantor e compositor que seguiu com sucesso depois de passado o modismo da Jovem Guarda. Entre 1987/1996, não gravou nenhum disco, em decorrência de graves problemas de saúde que quase o deixaram paralítico. Hoje, ele ainda se movimenta mas em uma cadeira de rodas.

Uma figura ímpar no cenário brasileiro.

Sua discografia:

Brasil, Brasa, Braseiro (1967)
Quer Voltar Pra Bahia (1970)
Paulo Diniz - Vol 1 (1971)
E Agora José? (1972)
Lugar Comum (1973)
Paulo Diniz - Vol 2 (1974)
Estradas (1976)
É Marca Ferrada (1978)
Canção do Exílio (1984)

O que eu sempre digo e é até chato,mas é a pura verdade, curtam porque vale a pena.

Luz, paz, saúde e muita música boa pra nós todos.

Fiquem com Deus

Cassiano - A Lua e Eu



Falei no post passado um pouco desse Paraibano, que mudou-se cedo com a família para o Rio de Janeiro, onde aprendeu música com a família mais precisamente com o pai.

Já na década de 60 fez parte de um grupo chamado Bossa Trio, que depois de algum tempo passou a se chamar Os Diagonais, gravando alguns compactos e um LP.

Cassiano teve várias músicas compostas por ele e seu grande parceiro Paulo Zdanowski gravadas por Tim Maia nos anos 70, quando suas maiores influências eram o soul norte-americano e o samba-canção brasileiro.

Naquela época, Tim estourou com "Primavera", maior sucesso de Cassiano como compositor.

Gravou discos solo como intérprete, alcançando sucesso com "A Lua e Eu", e em 1991 participou da gravação do songbook de Noel Rosa, pela editora Lumiar, ao lado de outros músicos.

Para quem deseja garimpar os seus LPs ou procurar em CDs segue a discografia do cara:

- Imageme & Som (1971)
- Apresentamos nosso Cassiano (1973)
- Cuban Soul (1976 e o melhor tanto comercialmente com musicalmente)
- Cedo ou tarde (1991)

E ainda:

- Os Diagonais (1969)

Aproveitem o som que é muito bom.

Fiquem com Deus.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

TIM MAIA E AMIGOS - VELHO CAMARADA (Fábio, Tim e Hyldon)



E aí meus velhos camaradas? Tudo bem?
Eu tenho certeza que sim.
Lembra quando eu disse no post passado que esmiuçaria uma turma da pesada dos anos 60 e 70 na Black music, soul and R&B aqui no Brasil?
Vamos falar deles?!?!
Nesse post vou destacar Hyldon e Cassiano, porque falei um pouco de Tim Maia e Fábio no artigo anterior. Tim volta logo mais porque temos os álbuns Racional volume 1 e 2 para destacar, bem como sua parceria com Elis Regina, onde interpretam uma das canções mais lindas já feita em terra tupiniquins. Ed Motta e Marisa Monte tentaram, mas obvio não chegaram nem aos pés de Tim e Elis.
Voltando ao assunto vamos falar de Genival Cassiano dos Santos (Campina Grande, 16 de Setembro de 1943), simplesmente Cassiano. Se, têm um camarada que fez muita coisa boa esse é um “deles”. Mas nem tudo foi, rosas pra Cassiano. Tocou ao longo da década de 60 na noite do Rio e de Sampa. Só viria a se tornar conhecido em 1970, quando participou como guitarrista no primeiro disco de Tim Maia, o qual gravou duas composições suas em parceria com Sílvio Rochael. São elas: "Eu amo você" e "Primavera", que logo se tornaram sucessos naquele ano.
Conquistou sucesso e respeito com a canção “Coleção” (Sei que você gosta de brincar de amores. Mas oh, comigo não. Sei também, que você, eu não sei mais nada. Um dia você vai ouvir de alguém, que os outros ouvem de ti. Então irá pensar, como eu que sonhei em vão... Mas eu amo você), apenas um trecho da música.
Depois vieram “A lua e eu”, “Melissa” e outras tantas músicas de qualidade e muito bom gosto.
Vamos destacar Hyldon de Souza Silva (Salvador, 17 de abril de 1951), ou apenas Hyldon. Eh, baiano porreta. Esse, têm a música no sangue. Lançou o 1º trabalho em 1975 “Na Rua, na chuva, na fazenda”, que traz a própria como sucesso principal desse trabalho, mas podemos destacar “As dores do mundo” regravada na década de 90 pelo J Quest.
Nessa música, “Velho Camarada”, muitos atribuem que nela participam: Tim Maia, Hyldon e Cassiano, mas na verdade é Fábio, Tim e Hyldon, que cantam.
Em todo caso destacamos o Fábio no artigo anterior nesse temos Cassiano e Hyldon.
Pra não ficar nenhum dos selecionáveis, destacaremos em breve Carlos Dafé e Paulo Diniz.
Curtam o vídeo e a musica e fiquem com Deus.

Até Parece Que Foi Sonho - Tim Maia e Fábio



E aí pessoal, como vão, as coisas? Tomara, que tudo ótimo!
Falamos, durante um bom tempo sobre algumas coisas boas do R&B e Soul americano.
Mas não pensem vocês que só lá no exterior foram feitas boas músicas.
Aqui no Brasil final dos anos 60 e durante os anos 70, tivemos uma rapaziada da pesada, gravando e fazendo muito som de primeira categoria.
Começo falando um pouco de uma turma que será toda esmiuçada nos próximos posts.
Mas aqui vou destacar uma música, onde não há uma influência direta do Soul e R&B, nela, mas há a participação de uma dupla de 1ª linha, mas que era apenas uma pequena parcela de um time de primeiríssima qualidade. 
Deste time vou destacar, Tim Maia (nascido Sebastião Rodrigues Maia na cidade do Rio de Janeiro em 28/09/1942 e falecido em 15/03/1998 em Niterói no estado do Rio de Janeiro) e Fábio (nascido Juan Senon Rólon na cidade de Orqueta no Paraguai em 09/02/1946).
Esses dois foram grandes parceiros na década de 70. Fábio teve suas primeiras gravações na década de 60, mas alcançou sucesso em terras tupiniquins com o mega sucesso da época Stella (1969). Um detalhe meu nome é Fábio em homenagem ao Juanito (Fábio), porque minha mãe era fã incondicional dele.
Fábio foi um parceiro também do charlatão (minha opinião) Carlos Imperial (que pode até ser alvo de um post futuramente, afinal ele lançou e trabalhou com muita gente boa, mas já ele, não sei se era).
                                       Tim ahh, essa fera! Entre ser bom de polemicas, ótimo cantor e compositor, fiquem com os três. Esse cara conseguiu falar coisas hilárias como: “Não fumo, não bebo, não cheiro, não uso drogas. Só tenho um defeito é ser mentiroso”, dizer mais o quê?
                                        Mas tinha talento pra dar e vender. Esse podemos dizer que bebeu da e na fonte do Soul e R&B. Em sua estadia conturbada nos EUA, tomou conhecimento desses dois ritmos e quando voltou fez coisas boas demais.
                                        Até hoje, não sei porque muitos gênios são levados para o lado da bebida e das drogas. Não podemos falar sobre o que não sabemos e porque isso acontece mas em todas elas o talento sucumbe a esses malditos vícios.
                                       Bem deixando esse papo desagradável de lado curtam um vídeo da dupla extraído do youtube, que por sua vez foi gravado para o programa Fantástico da Globo, vocês poderão perceber que o áudio não está em sincronia com o vídeo, mas dá pra ouvir o quanto a música é boa.
                                       Curtam, fiquem com Deus, muita luz e paz a todos.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Gap Band - Burn rubber on me



Olá a todos!

Como vão?

Espero que tudo bem.

Voltando a postar bons sons novamente, acabei me deparando com um grande som, de uma grande banda de funk music americana dos anos 70/80, mas numa tosqueira de vídeo sem comentários.

Trata-se da banda que melhor traduziu o Funk Music da década de 70 e 80. Mas estou falando do funk, funk, funk mesmo, não isso que circula por aí hoje em dia.

Vamos falar um pouco de The Gap Band!

Banda formada pelos irmãos Robert, Ronnie e Charlie Wilson, e que teve seu nome GAP inspirado no primeiro nome da banda que era Greenwood, Archer and Pine Street Band, isso lá em meados de 1967.

Lançaram 20 álbuns em toda a carreira.

Foram responsáveis por diversas obras maravilhosas do funk, r&b e soul. Entre elas podemos destacar: Shake (1979), Open Up Your Mind (1979), Burn Rubber On Me (Why You Wanna Hurt Me) (1980), Yearning For Your Love (1981), Early In The Morning (1982), You Dropped a Bomb on Me (1982) e Outstanding (1983) entre outros lançados pela trupe.

Talentosos ao extremo, The GAP Band, ainda está por aí fazendo shows, mas já sem a figura de Robert Wilson (53 anos) falecido em 15 de agosto de 2010, segundo informações de problemas cardíacos.

Agora com relação ao vídeo aqui postado, “Burn Rubber On Me”, é mais um daqueles vídeos extraídos de programas de auditório, como o do Chacrinha. Mas esse com aquelas dançarinas e o figurino da rapaziada, pelo amor de Deus.

Mas vale completamente a pena ver mais pela música que é muito boa.

Paz, luz e felicidades a todos e fiquem com Deus.

Fábio Machado

Jill Scott ft. Anthony Hamilton- So In Love



O que acontece quando dois talentos se encontram?

Coisa boa é claro!

De um lado está Anthony Hamilton, talentoso desde os seus 10 anos de idade, quando iniciou sua carreira de cantor em coros de igrejas gospel. Esse cara já tem como marca mais de 20 milhões de cópias vendidas. Um Grammy e outros premios importantes até o momento. Sua carreira tende a deslanchar cada vez mais por conta desse talento.

Uma voz que marca desde a sua primeira audição. Ele está prestes a lançar o aguardado álbum "Back to Love", com muito rhythm and blues, soul e hip-hop. Vamos aguardar que há coisa boa por vir.

Do outro lado está ela! A talentosíssima Jill Scott. Com 7 álbuns lançados essa tremenda cantora em seu álbum de estréia conseguiu nada mais, nada menos de ser duplo de Platina nos EUA. E olha que lá não é vender 250 mil cópias não. Tem que superar a barreira dos milhões de cópias.

Nascida em abril de 1972, na Philadelphia, essa mulher é cantora, poeta e atriz. E vou dizer uma coisa tudo isso com um tremendo talento.

Quando você estiver andando por uma Mega Store e encontrar Cds ou DvDs de Jill ou Anthony, não se faça de rogado(a), pode comprar de olhos fechados.

Em 2011 Jill lançou o álbum "The Light Of The Sun". E pra variar mais um trabalho ou melhor mais um "petardo inesquecível".

E desse grande álbum destaco o vídeo de "So in Love".

Não preciso nem dizer que a música é demais e o vídeo muito bom, espero que gostem.

Muita luz, paz e fiquem com Deus.

Fábio Machado