sexta-feira, 4 de março de 2011

Marvin Gaye - Got to give it up



Pessoal, vou falar de um cara agora, que podemos dizer que esse incursionou em todas as vertentes da musica Black americana.
Marvin Gaye, foi um daqueles craques que poucas vezes vemos surgir no mundo da música. Mas assim como muitos outros que entram no Show Biz completamente despreparados, o sucesso trás mazelas, maldições e perdições que fazem o artista ir do céu ao inferno em questão de segundos.
Alguns podem dizer que essa não é a melhor música dele, mas pra mim é a melhor. E para dizer a verdade essa música e outras foram uma tentativa dele de por um pezinho na onda Disco que causava frisson nos anos 70. Porém, incrivelmente só “Got to give it up” acabou vingando e emplacando com um certo sucesso. Foi primeiro lugar nos EUA e sétimo no Reino Unido.
Mas na década de 70 antes da onda Disco ele fez coisas fantásticas onde é obvio destaco: “What's Going On”, “Let's Get It On”, e “I Want You”.
Marvin, sempre foi talentoso, porém, problemático. Tanto que isso o atrapalhou quase que em boa parte de sua carreira. E não se resumia somente na questão artística. Na vida pessoal, os problemas se acumulavam aos montes. Com mulheres, amigos e parentes.
Em 1982 um hit o faz ressurgir. “Sexual Healing”, lhe rendendo um Grammy.
Mais uma vez sucesso e também os velhos problemas novamente surgiram, drogas, álcool e violência. Essa última fez com que seu pai em 1 de abril de 1984 o matasse a tiros. E acreditem, nessa época segundo pessoas mais próximas Marvin estava muito abalado física e mentalmente devido ao abuso de drogas. E pasmem a arma que o matou foi dado por ele a seu pai, para que esse se defendesse caso traficantes aos quais ele Marvin devia dinheiro tentassem fazer mau a ele (seu pai).
Encerrava assim uma carreira segundo alguns críticos de alguém, que mais abrangeu o “rhythm and blues”. Foram 19 álbuns, 6 álbuns em duetos e teve aproximadamente 23 singles figurando entre os top 10 nos EUA e Reino Unido.
É o cara era bom, mas ele acabou sucumbindo as drogas e álcool e levando a um final que sinceramente nunca queremos que aconteça.
Bem que ele descanse em paz onde estiver nesse momento, mas  seu legado na música ficou para sempre. Curtam
Fiquem com Deus.

GEORGE MICHAEL - Outside


Promessa é dívida.
O único problema é que o vídeo original em DVD eu não tenho e na internet a grande Sony Music não deixa que você use ele. Mas no próprio youtube você consegue ver. Mas como pra mim o importante é a música, vocês terão como ouvir.
E quando eu disse essa música têm uma história, vamos a ela.
Durante e até o final do século XX, poucos artistas tiveram a coragem de escancarar suas opções sexuais em público. E acho que o George Michael, puxou a fila. Depois dele, várias personalidades das artes vieram a público se declarar homossexuais ou como ouvi outro dia, e acho que usaram para soar mais light “uma nova opção sexual”.
Bem deixando isso de lado, quando o Sr. George foi flagrado em banheiro público fazendo o que deve ser feito entre quatro paredes e de preferência longe do público, esse não só escancarou de vez a sua preferência sexual como o fez a compor a ótima música “OUTSIDE”.
Tenho que admitir a vocês. Sou fã de Funk Music e Disco Music, e ao ouvir essa música, confesso fui transportado para a década de 70.
A letra vocês poderão perceber é bem direta com relação ao incidente do banheiro público e quando vocês tiverem a oportunidade de ver o vídeo ele tirou uma casquinha de leve com a polícia americana.
Essa música foi lançada como SINGLE em outubro de 1998 e chegou à segunda posição no Reino Unido, e depois incluída no álbum de compilações: “Ladies & Gentlemen: The Best of George Michael”.
Acho essa música muito boa e espero que vocês aproveitem.
Fiquem com Deus.

George Michael Unplugged Fastlove



E aí galera!
Como vão?
Vocês sabem! Acho a música o cenário mais democrático em todos os aspectos.
Ela é uma linguagem universal apesar de várias línguas, raízes, estilos, instrumentos musicais dos mais variados, a diversidade, o ritmo, estilos e época, a música sempre fala por si.
Nela há negros, brancos, amarelos e pardos, católicos, evangélicos, mulçumanos, budistas e até ateus, milionários e pobres, heterossexuais e homossexuais, enfim tudo o que podemos imaginar.
Digo isso por dois motivos. Primeiro na música não há espaço para pessoas ignorantes e preconceituosas. Segundo não devemos julgar a obra de um artista/banda por suas crenças ou preferências.
Eu particularmente não era fã de “Georgios Kyriacos Panayiotou”, o quê? Mas se eu disser “George Michael”, ah fica mais fácil não é. E não era por sua opção sexual, que pra mim na boa achava ele um PEGADOR não um DOADOR, mas isso é problema exclusivo dele.
Então, como eu ia dizendo não era uma fã de Wham!. Banda formada na década de 80 em meio a onde “New Wave”, por George e Andrew Ridgeley. E não tinha nenhum interesse pela carreira solo de Michael.
Quando ele fez o “MTV Unplugged”, comecei a conhecer um pouco melhor suas músicas, porque esse formato desplugado me agrada muito, até com algumas bandas ou artistas pops com os quais eu não me identifico.
Desse CD/DVD destaco esse vídeo, que depois escutando a versão original percebemos que há muita qualidade no trabalho de George Michael.
Na seqüencia vou destacar outro vídeo dele que me fez abrir esse texto, dizendo que na música não se pode e nem deve haver preconceito.
E o legal que essa música têm uma historinha por trás (por trás no bom sentido, mas que têm tudo a ver com a expressão por trás) e fez dessa música pra mim um revival da disco music.
Aproveitem e até lá.
Fiquem com Deus.