Olá a todos! Como vão?
Sou um sujeito na maioria das vezes relapso, não acham?
Pois é, venho todo empolgado postando alguns vídeos aqui outros ali e de repente paro e deixo esses hiatos no blog.
Mas devo dizer que é culpa total de meus afazeres profissionais.
Estive essa semana conversando com alguns amigos, e passamos a falar de música. E aí o assunto é comigo mesmo.
Como sou o mais velho que alguns deles, e com relação a poucos tenho quase ou mais de uma década de diferença, mas como sabemos música se propaga no tempo, de geração em geração de tempos em tempos, nunca morre.
Aí falamos desde Led Zepplin a TLC, de Stevie Wonder a Lenny Kravitz. Passamos pelas décadas de 60, 70, 80, 90 e porque não um pouco da atual fase da música.
Fomos do R&B ao Soul, do Heavy Metal ao Pop Rock, do Samba ao Samba Rock, Salsa & Merengue ao Reggae Music, enfim não faltou assunto.
Nesse momento acabo percebendo que em algum momento de nossa vida, seja nos momentos bons ou ruins sempre temos uma música que marca aquela passagem.
Baladas que nos faz lembrar de alguma garota ou um grande amor vivido, ou de uma pequena ou grande desilusão. Rockão que fez nosso esqueleto chacoalhar. Um sambão pra alegrar. Um reggezinho para apertar um fino ou somente curtir uma praia.
Enfim, em muitos momentos ela esteve presente.
Falamos do lado bom, mas também lembramos de modismos que não se sustentaram e se foram graças a Deus.
Aí saí de lá com muitas músicas, bandas, cantoras, cantores e músicos na cabeça. E tudo o que envolve música e essa que faz e desfaz na minha cabeça.
Lembrei-me da década de 70 com o auge da Disco Music, o Funk Music Americano, as Bandas pesadas como Deep Purple, Led Zepplin, Kiss, o Punk Rock tomando tudo na Europa e América, o pós punk surgindo com The Cure e outras bandas formadas bem no finalzinho da década de 70.
Veio a década de 80 com a invasão Heavy Metal, o Hard Rock, a explosão do Pop, a ascensão britânica na música. A era do início do fim do mundo com o advento da cocaína como droga popular e acessível. Aqui o movimento Rock ganha força com o surgimento de bandas importantes como Paralamas, Barão, Ira!, Titãs, Plebe Rude, Inocentes e aí por diante. Mas o final da década também marca um dos tantos modismos que por aqui passaram o Pagode.
Década de 90, o mundo começa a experimentar e surgem as primeiras ou porque não dizer os primeiros namoros com a música eletrônica. O Hip Hop começa a ter muita força nos EUA, o R&B aproveita para ressurgir, o Pop se instala de vez com grandes nomes, como Madona, Michael Jackson entre outros. O Brasil passa a ser rota dos grandes shows e festivais. Mas nem tudo é festa, algumas coisas passam a existir, Lambada, Axé Music e Sertanejo começam a infestar o nosso dial. Será o começo do Fim? E claro que não. O mundo passa a conhecer outra leva de grandes bandas, do movimento Grunge temos Nirvana, Pearl Jam, Stone Temple Pilots, Soundgarden, Alice in Chains. No cenário punk rock bandas como Offspring, Bad Religion, Rancid entre outras se confirmam e marcam seu espaço. Tempos um movimento BritPop com bandas como Oásis, Blur, The Verve, Black Grape, The Charlattans UK, entre outras mudando um pouco o cenário musical.
Ainda nessa década, mas mais para o final surgem Chemical Brothers com uma proposta e linguagem completamente diferente para música eletrônica.
1996 nos dá uma esperança no R&B com o surgimento de Maxwell e seu fenomenal álbum Maxwell’s Urban Hang Suíte. Um CD para que gosta de um R&B rasgado do começo ao fim sem muito samplers e com bons músicos e com Maxwell em começo de carreira arrebentando. Pena que tenha se perdido no meio do caminho. Outras promessas, mas que se tornaram realidade: Érykah Badu e Mary J. Bligde.
O Hip Hop também tem lugar de destaque nessa década.
Portanto, pessoal a partir do próximo post, vamos começar a lembrar e relembrar um pouco a década de 90 que teve muita coisa boa, seja, no Hip Hop, R&B, Rock, Heavy Metal, BritPop, Grunge, Punk Rock e no próprio cenário Pop mundial.
Então, até lá e fiquem com DEUS.